06/11/2026
Ecossistema Dakila constrói monumento de 63 metros em Zigurats
Grande Monumento Escalonado, em construção na Cidade Zigurats. Crédito: Divulgação Dakila. Pirâmides não foram erguidas em qualquer lugar, e a que está sendo construída no Brasil tem uma razão para estar exatamente onde

Grande Monumento Escalonado, em construção na Cidade Zigurats.
Crédito: Divulgação Dakila.
Pirâmides não foram erguidas em qualquer lugar, e a que está sendo construída no Brasil tem uma razão para estar exatamente onde está. Essa é a premissa que orienta as pesquisas de Dakila sobre a Cidade Zigurats, sede do Ecossistema Dakila, em Corguinho (MS), a cerca de 88 quilômetros de Campo Grande. O projeto é liderado por Urandir Fernandes de Oliveira, presidente de Dakila Pesquisas.
O céu e as grandes construções
Durante milhares de anos, as pirâmides despertaram fascínio por seus alinhamentos, suas dimensões e sua relação com o céu. No Egito, a Grande Pirâmide de Gizé apresenta uma orientação extraordinariamente precisa em relação aos pontos cardeais. Diferentes construções antigas, em vários continentes, revelam a importância das estrelas e dos ciclos celestes para seus construtores. A forma em degraus, aliás, atravessa culturas: aparece nos zigurates da Mesopotâmia e nas pirâmides escalonadas do Egito antigo e das Américas.
Para os pesquisadores de Dakila, há ainda outro conhecimento a investigar: a relação entre as pirâmides e a malha eletromagnética terrestre. É uma linha de pesquisa da associação, e nela se apoia a escolha do local do Grande Monumento Escalonado, ainda em construção na Cidade Zigurats.
Por que Zigurats
Na Cidade Zigurats, a localização do monumento escalonado está diretamente ligada às pesquisas de Dakila sobre os pontos energéticos do planeta. A região está no paralelo 19 graus sul e é identificada nessas pesquisas como um ponto de grande interesse energético. Segundo Dakila, a coordenada serve de referência para cruzar o local com os estudos de energia e ressonância.
O Grande Monumento Escalonado terá 63 metros de altura e uma estrutura escalonada inspirada nas grandes construções da antiguidade. Seu projeto reúne estudos sobre energia, ressonância e a relação entre a Terra e o cosmos. Dakila busca compreender como essa arquitetura pode interagir com as características energéticas do local. A obra amplia uma paisagem arquitetônica que já atrai olhares de diferentes países.
Um complexo pensado para pesquisar
O monumento não é uma obra isolada. Zigurats se consolidou como polo de turismo de experiência, estudos astronômicos e pesquisa independente. As construções do complexo, de formatos arredondados e abobadados, foram projetadas com engenharia específica para resistir a anomalias eletromagnéticas, mudanças climáticas extremas e abalos sísmicos, o que transformou o local em laboratório a céu aberto e hub de pesquisas.
Vista aérea da Cidade Zigurats, em Corguinho (MS)
Crédito: Divulgação Dakila.
Nas atividades de campo em Corguinho, os participantes acompanharam palestras que aprofundam os temas das pesquisas e conhecem produtos e serviços do Ecossistema Dakila, em contato direto com o ambiente onde as pesquisas acontecem.
Tecnologia no mesmo território
O ecossistema reúne também iniciativas tecnológicas. Entre elas estão o Multigerador de Energia Quântica, máquina desenvolvida para entregar energia contínua e retroalimentação, inspirada em conceitos de Nikola Tesla, e o Skyros, eVTOL autônomo com aplicação agrícola, criado em parceria com a Vertical Conect e ponto de partida para um condomínio aeronáutico dentro de Zigurats. Esse conjunto reforça a proposta do ecossistema: apresentar inovações práticas para o futuro da humanidade, com o desconhecido como motor do desenvolvimento.
Fora de Mato Grosso do Sul, Dakila mantém outras frentes de campo. Uma das mais conhecidas é Ratanabá, estudada com tecnologia LiDAR nas Linhas de Apiacás, em Mato Grosso, com registros comunicados ao IPHAN e acompanhamento de especialistas e instituições competentes.
Mistério e método
As pirâmides continuam sendo um dos maiores mistérios da humanidade, e é a conexão entre construções monumentais, posicionamento terrestre e observação do céu que torna o assunto tão fascinante. Com mais de 30 anos de história, Dakila Pesquisas trata o tema como investigação em andamento: hipóteses são formuladas, documentadas e submetidas a estudo. Ao reunir monumentos, laboratório e atividades de campo num só território, o Ecossistema Dakila oferece ao público uma forma de acompanhar as pesquisas de perto.
Pesquisas, projetos e agenda de visitas estão no site de Dakila.
Publicado originalmente em G1 — MG · Sul de Minas. Ler no site da fonte →
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